Indústria química
Matéria-prima fora da fábrica, sem ocupar área produtiva com estoque de risco.
Químicos
Matérias-primas das classes de risco 6, 8 e 9 com segregação física por classe, licenças da Polícia Federal e Civil, brigada treinada e saída na frota RC ou na sua transportadora.

Indústria e distribuidoras armazenam com a RC matérias-primas químicas das classes de risco 6, 8 e 9, em instalação preparada pra esse tipo de material classificado.
A operação tem licenças da Polícia Federal e da Polícia Civil, AVCB, brigada treinada e procedimento de contenção de vazamento. A ficha de segurança (FDS)Ficha com Dados de Segurança (FDS, antiga FISPQ), conforme a ABNT NBR 14725. Fica arquivada por produto durante todo o período armazenado. de cada produto fica arquivada durante todo o período armazenado.
A segregação por classe de risco é física, não só documental. Produto incompatível não divide corredor.
Matéria-prima fora da fábrica, sem ocupar área produtiva com estoque de risco.
Estoque de matéria-prima próximo da capital e do interior de SP, com separação personalizada por pedido.
Carga nacionalizada recebida com conferência de documentação e ficha de segurança em português.
Tintas, adesivos, limpeza e borracha: o insumo perigoso fica fora da planta e chega conforme a programação de produção.
Defensivos, intermediários de síntese e demais substâncias tóxicas, conforme a FDS de cada produto.
Ácidos (sulfúrico, clorídrico, fosfórico), bases como soda cáustica e hidróxido de potássio, desincrustantes e limpadores industriais.
Produtos perigosos ao meio ambiente e demais itens da classe 9, avaliados pela FDS antes do recebimento.
Matérias-primas, aditivos e embalagens sem classificação de risco que acompanham a operação do cliente.
ExigênciaSubstâncias com controle ambiental federal exigem cadastro e licença no IBAMA.
Na RCLicenciamento IBAMA vigente para a operação.
ExigênciaQuem guarda produto químico controlado precisa de licença da Polícia Federal e da Polícia Civil.
Na RCLicenças da Polícia Federal e da Polícia Civil vigentes, com entrada e saída registradas por lote.
ExigênciaO galpão precisa de AVCB compatível com a carga de incêndio e com o tipo de produto armazenado.
Na RCAVCB vigente, plano de atendimento a emergências (PAE), brigada treinada e procedimento de contenção de vazamento.
ExigênciaProdutos incompatíveis não podem ficar próximos, conforme a tabela de incompatibilidade da ficha de segurança.
Na RCÁreas separadas por classe de risco, definidas antes da entrada do produto. Tóxico não divide corredor com corrosivo.
ExigênciaCada produto precisa de Ficha com Dados de Segurança (FDS, a antiga FISPQ), conforme a ABNT NBR 14725.
Na RCA FDS de cada item é arquivada na entrada e fica disponível durante todo o período armazenado.
ExigênciaLote e validade precisam ser rastreáveis para auditoria e para um eventual recall.
Na RCO WMS Senior registra lote, posição e validade de cada volume. A saída segue a regra FEFO.
Antes do primeiro recebimento avaliamos a FDS, a classe de risco e o volume para definir a área e as condições de armazenagem.
Conferência de nota, lote, rotulagem e integridade das embalagens. Avaria é registrada e o volume vai para a área de bloqueio.
A posição é definida pela classe de risco e pela compatibilidade química, e fica registrada no WMS.
Separação por FEFO, conferência de saída e carregamento com a documentação de transporte de produto perigoso.
A carga segue na frota do grupo ou na transportadora que você indicar, até o destino final.
Cada classe tem área própria dentro do galpão. A separação é física, não só no sistema.
Entrada restrita e registrada por área. Quem não é da operação não circula no estoque de risco.
Câmeras e ronda contínua no galpão e na área de expedição, todos os dias.
PAE documentado, brigada treinada e procedimento definido para vazamento ou incêndio.
Serviços disponíveis
Produto perigoso é onde a troca de fornecedor mais pesa: documentação, responsabilidade e rastreio se perdem no meio do caminho. Na RC a carga pode sair do armazém direto na frota da RC Transportes. Um contrato, uma equipe e o mesmo registro de lote do recebimento à entrega.
Conhecer a RC TransportesClasses 6 (tóxicos), 8 (corrosivos) e 9 (perigosos diversos), além de químicos sem classificação de risco da mesma cadeia. A área de inflamáveis (classe 3) está em processo de regularização.
Sim. A FDS é o ponto de partida da análise: com ela definimos a área, a compatibilidade com os outros produtos e as condições de armazenagem. Sem FDS o produto não entra.
Sim. A RC tem licenças da Polícia Federal e da Polícia Civil e registra entrada e saída de cada lote, o que facilita a prestação de contas da sua empresa.
Cada classe de risco tem área própria no galpão, definida antes do recebimento. A posição de cada volume considera a tabela de incompatibilidade da FDS e fica registrada no WMS.
Seguimos o plano de atendimento a emergências (PAE) e o procedimento de contenção de vazamento: isolamento da área, contenção do produto e acionamento dos responsáveis. A brigada é treinada para esse procedimento.
Pode. A carga sai na transportadora que você indicar ou, se preferir, na frota da RC Transportes, sem trocar de fornecedor no caminho.
Não. A armazenagem de produto químico é feita apenas para empresas com CNPJ ativo.
Seja no próprio estoque ou num armazém terceirizado, alguns cuidados são básicos para guardar químico perigoso com segurança e sem problema com fiscalização.
A FDS de cada produto traz as condições de armazenagem (seção 7) e as incompatibilidades (seção 10). É ela que diz se o produto precisa de ventilação, se não pode ficar perto de oxidantes ou se tem limite de temperatura. Sem esse documento não dá pra definir a posição do produto com segurança.
O erro mais comum é guardar o produto onde sobra lugar. Ácido perto de base, oxidante perto de inflamável ou corrosivo acima de embalagem frágil multiplicam o risco de um acidente. O certo é ter áreas definidas por classe de risco e respeitar essa divisão mesmo quando o estoque está cheio.
Embalagem amassada, com vazamento ou sem rótulo legível não deve entrar no estoque. O rótulo precisa identificar o produto, os pictogramas de perigo e o lote. Na saída, a carga ainda precisa da sinalização e da documentação exigidas para transporte de produto perigoso.
Muitos químicos perdem desempenho com o tempo ou ficam instáveis depois do vencimento. Controlar lote e validade em sistema, com saída pela regra FEFO, evita produto vencido parado e facilita qualquer recall.
Vazamento e princípio de incêndio precisam de resposta rápida. Um plano de atendimento a emergências define quem faz o quê, onde ficam os materiais de contenção e quem deve ser avisado. Treinamento periódico é o que faz o plano funcionar na prática.
Manter estoque de químico perigoso dentro da fábrica ocupa área produtiva e exige licenças, AVCB compatível e equipe treinada. Um armazém já licenciado assume essa estrutura e a empresa paga só pelo espaço e pelos serviços que usa.